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INVESTIMENTO EM FUNDOS (400 x 200 px)

Vinci Total Return: gestão, estratégia e rentabilidade do fundo

Quer conhecer em detalhes o Vinci Total Return e descobrir se o fundo faz sentido para o seu perfil?

Então você chegou ao lugar certo.

O Vinci Total Return tem um histórico interessante, um gestor bastante respeitado e uma estratégia que usa proteções para reduzir drawdown do fundo e melhorar os resultados.

Ficou interessado? Siga a leitura.

Gestão do Vinci Total Return

O Vinci Total Return é um fundo long biased, com exposição à bolsa brasileira e proteções para atenuar quedas.

Criado em dezembro de 2019, é gerido por uma equipe de profissionais sob responsabilidade de Fernando Lovisotto, CIO e sócio da Vinci Partners, responsável pela gestão dos fundos líquidos da casa.

Engenheiro de formação, Lovisotto foi sócio-diretor do RiskOffice entre 1999 e 2007 e tem larga experiência no desenvolvimento de produtos e na prospecção de clientes, sobretudo no segmento institucional.

O gestor do fundo Vinci Total Return é Gustavo Kataguiri, antes gestor do Vinci Gas Dividendos. Kataguiri usa derivativos e commodities para se apropriar de movimentos macro e tentar conter quedas abruptas.

Listada na bolsa de Nasdaq, a Vinci Partners é uma das principais gestoras independentes do Brasil, com R$ 57 bilhões sob gestão

No total, conta com sete times de gestores para cada uma das linhas de produtos oferecidos: private equity, infraestrutura, real estate, crédito, ações e multimercados

Estratégia do Vinci Total Return

A estratégica básica de investimento do fundo multimercado Vinci Total Return, destinado a investidores em geral com foco no médio/longo prazo, pode ser divida em duas vertentes:

  1. Exposição majoritária ao mercado de ações a partir da análise fundamentalista, em que são escolhidas boas empresas, geridas por bons executivos, e que apresentem relevantes vantagens competitivas
  2. Alocações táticas conforme os ciclos de mercado por meio de derivativos, juros e moedas, com objetivo buscar retornos positivos em diferentes cenários, além de proteger a carteira.

O Vinci Total Return é um fundo long biased, ou seja, tem um “viés comprado”, mas atua também na ponta vendedora.

Dependendo da dinâmica dos ciclos econômicos, a gestão aumenta ou diminui a exposição líquida (net) e bruta (gross exposure) da carteira de ações. 

Exposição líquida basicamente é a diferença entre as posições compradas (long) e vendidas (short) de um portfólio.

Os gestores podem adotar também instrumentos de hedge, como futuros e opções, além de expor parte da carteira a outros mercados, como juros, renda fixa e ativos internacionais.

Nessa composição, o fundo conjuga dentro da estratégia de investimento tanto a abordagem bottom up (avaliação de baixo para cima usada principalmente no stock picking) quanto a top down, de cima para baixo, usada nas alocações táticas.

Rentabilidade do Vinci Total Return

O Vinci Total Return foi lançado em dezembro de 2019, poucos meses antes da pandemia da Covid 19

A gestão começou 2020 otimista com o mercado brasileiro, principalmente em relação ao setor de proteínas animal, mas as preocupações surgiram logo em seguida, sobretudo com o setor aéreo

Na primeira Carta Anual divulgada, a equipe retrata como algumas operações (long e Marfrig e short em Gol, por exemplo) contribuíram com a rentabilidade líquida de 25,7% naquele ano, 22,78 p.p. acima do Ibovespa.

No acumulado histórico, o fundo apresenta um retorno de 59,98% (abril de 2021), volatilidade de 22,03% e índice de Sharpe de 0,86.

A seguir, confira o desempenho histórico do Vinci Total Return desde o lançamento:

  • 2019 – dezembro: -0,06
  • 2020: 25,69%
  • 2021: 17,05%
  • 2022 até março: 8,81%.

Mais detalhes sobre o Vinci Total Return e como investir

O fundo Vinci Total Return pode ser acessado por diferentes plataformas de investimento, inclusive no BTG Pactual Digital

A seguir, confira outros dados sobre o fundo:

  • Público-alvo: investidores em geral
  • Classificação Anbima: multimercados livre
  • Aplicação inicial: R$ 500,00
  • Movimentação mínima: R$ 500,00
  • Saldo mínimo: R$ 500,00
  • Aplicação: conversão D+1 útil
  • Carência: não há
  • Resgate (conversão): D+30 corridos
  • Resgate (pagamento): 2 dia(s) úteis
  • Taxa de saída: 5%, sobre o valor do resgate solicitado com prazo de conversão antecipado
  • Taxa de administração: 2% ao ano sobre o patrimônio líquido do fundo, incluindo taxa de custódia
  • Taxa de performance: 20% sobre a rentabilidade que exceder 100% do IPCA + Yield do IMA-B
  • Tributação: 15% sobre a rentabilidade da cota do fundo no resgate (se aplicável).

Gostou de saber mais sobre o Vinci Total Return? Acha que faz sentido contar com um long biased como esse no seu portfólio? Converse com nossa assessoria de investimentos para tirar todas as suas dúvidas sobre o fundo e sobre seus investimentos.

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Lembre-se: rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro. O desempenho dos fundos é líquido de taxas, mas não de impostos. O conteúdo deste blog tem o objetivo de educação financeira. Não tome decisões baseadas unicamente neste ou em qualquer texto. Faça a lição de casa, estude, questione, investigue e dê valor ao seu dinheiro.

Gustavo Heldt

Gustavo Heldt

Consultor associado da TRAAD Wiser Investor. Especialista em Investimentos e Finanças.

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