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INVESTIMENTO EM FUNDOS (400 x 200 px)

6 tipos de fundos imobiliários e como eles funcionam

Você sabe quais são os tipos de fundos imobiliários disponíveis no mercado?

Fazer esse mapeamento é essencial na hora escolher o investimento mais adequado para o seu perfil e objetivo financeiro.

Afinal, cada modalidade apresenta composição de carteira, riscos e rentabilidade distintas.

Para ajudar na escolha, elaboramos este guia completo sobre os principais tipos de fundos imobiliários e suas características mais importantes.

Siga com a leitura e tire suas dúvidas antes de começar o seu investimento.

Consultoria de investimentos

1. Fundos imobiliários de tijolo

Entre os tipos de fundos imobiliários, também está o fundo de tijolo.

Na modalidade, as aplicações são feitas em imóveis físicos, como casas, apartamentos, shoppings, lajes corporativas, universidades e outros empreendimentos.

O lucro dos investidores se dá por meio de aluguéis e venda dos imóveis.

Entre as vantagens do fundo imobiliário de tijolo, está a isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos (parcelas do lucro distribuídas entre os cotistas), o que permite aumentar a rentabilidade da aplicação para os investidores.

> Leia também: Investir em fundos imobiliários vale a pena? Descubra!

2. Fundos imobiliários de renda

Os fundos imobiliários de renda são aqueles em que o patrimônio é destinado à compra e construção de imóveis a fim de gerar lucros com aluguel.

Geralmente, o investimento tem foco no longo prazo e é direcionado a grandes empreendimentos, como shoppings, galpões, hotéis e hospitais, por exemplo.

Nesse tipo de fundo, o risco mais significativo é o de vacância: a falta de arrendatários e, como consequência, a interrupção dos lucros advindos de aluguéis.

Apesar disso, o risco e o capital necessário ainda são menores em relação à compra individual de imóveis, sem o intermédio dos fundos de investimentos.

3. Fundos imobiliários de compra e venda

Já os fundos de compra e venda são aqueles que apostam na valorização futura de imóveis.

Assim, o patrimônio é usado para a aquisição de imóveis por um preço baixo para vendê-los por um preço maior posteriormente.

Nesse caso, o trabalho da gestão depende de um profundo conhecimento do mercado imobiliário.

Afinal, vários fatores impactam na valorização ou desvalorização das construções com o tempo, desde a conjuntura econômica até características da localização do imóvel.

Trata-se de um tipo de fundo um pouco mais arriscado.

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4. Fundos imobiliários de papel

Os fundos imobiliários de papel não investem diretamente em prédios e desenvolvimento imobiliário, e sim em títulos relacionados ao mercado de imóveis.

Trata-se de um tipo de fundo popular entre investidores que  buscam maior segurança no mercado imobiliário e facilidade de aplicação.

Outra vantagem que normalmente esse fundo traz é a menor volatilidade, ideal para quem não quer ver suas cotas flutuarem tanto.

O investidor tem acesso a papéis como CRI (certificado de recebíveis imobiliários), LCI (letra de crédito imobiliário) e LH (letra hipotecária).

Os dois primeiros são os papéis mais comuns nesse tipo de fundo.

O CRI é emitido por securitizadoras que empacotam recebíveis imobiliários. Não conta com proteção do FGC, mas tem risco diluído. Oferece isenção de Imposto de Renda.

A LCI é mais conhecida e é muito popular, já que tem isenção de Imposto de Renda para pessoa física e garantia do FGC.

5. Fundos de fundos imobiliários

Os fundos de fundos imobiliários (FOFs) são uma alternativa para diversificar a carteira.

Com eles, o investidor tem acesso a vários fundos imobiliários por meio de uma única aplicação.

Em outras palavras, quer dizer que o portfólio é composto por diferentes fundos, cada um com um gestor diferente.

A vantagem é pulverizar os riscos, uma vez que eventuais perdas específicas podem ser compensadas pelos demais fundos da carteira.

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6. Fundos híbridos

Por fim, fundos híbridos mesclam dois tipos de aplicações: títulos financeiros do mercado imobiliário e imóveis físicos. 

É mais uma alternativa para quem busca diversificação do portfólio e flexibilidade na estratégia de investimento.

Agora, com base nessas informações, avalie qual modalidade é mais indicada para o seu perfil.

De qualquer forma, vale lembrar que todos os tipos de fundos contam com gestão profissional, dão acesso a vários ativos em uma única aplicação e permitem diversificar a carteira.

Precisa de ajuda para decidir onde investir?

No vídeo abaixo, você confere um super conteúdo com dicas para montar uma carteira de investimentos alinhada aos seus objetivos e perfil.

E aí, gostou de conhecer os tipos de fundos imobiliários e as características de cada um?

Se você curtiu as dicas do artigo, confira também outros fundos de investimento sobre os quais já falamos: fundos cambiais, fundos de ouro, fundos de ações, fundos multimercado e fundos de renda fixa.

Quer conhecer mais sobre o meu trabalho e descobrir como a consultoria de investimentos pode ajudar na construção e preservação do seu patrimônio?

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Lembre-se: rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro. O desempenho dos fundos é líquido de taxas, mas não de impostos. O conteúdo deste blog tem o objetivo de educação financeira. Não tome decisões baseadas unicamente neste ou em qualquer texto. Faça a lição de casa, estude, questione, investigue e dê valor ao seu dinheiro.

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Gustavo Heldt

Consultor associado da TRAAD Wiser Investor. Especialista em Investimentos e Finanças.

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