Onde investir 1 milhão de reais para ter o melhor retorno

Gustavo Heldt

Você saberia onde investir 1 milhão de reais ou não tem ideia de quais aplicações valem mais a pena?

Especialmente no cenário atual, com a inflação rodando a 8% ao ano, praticamente todo investidor inexperiente está perdendo poder de compra ao longo do tempo.

Ficou assustado(a)?

Calma, com essa quantia, você tem condições de montar uma carteira diversificada, acessar produtos e investimentos exclusivos e ter excelentes retornos — especialmente em médio e longo prazo.

Mas, para isso, é preciso conhecer bem seu perfil de investidor, analisar sua situação financeira e entender a dinâmica dos produtos disponíveis no mercado.

Este artigo vai ajudar você a decidir onde investir 1 milhão de reais com segurança e inteligência.

Continue lendo e aproveite ao máximo o potencial do seu dinheiro

Onde investir 1 milhão de reais: por onde começar

Decidir onde investir 1 milhão de reais não é uma tarefa simples, pois existem inúmeras possibilidades no mercado financeiro.

Com essa quantia investida no mercado financeiro e com o devido conhecimento das especificidades dos produtos, você já pode ser considerado um investidor qualificado — uma categoria exclusiva para pessoas que têm patrimônio investido acima de 1 milhão de reais, criada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Isso significa que você terá acesso a investimentos mais sofisticados com oportunidades de ganhos diferenciadas. 

Mesmo assim, os critérios básicos para investir milhões são basicamente os mesmos usados por quem investe alguns milhares: 

  • Analisar fatores como risco, rentabilidade e liquidez
  • Conhecer seu perfil de investidor
  • Diversificar ativos para diluir riscos e aumentar o potencial de retorno
  • Traçar objetivos e estratégias para seus investimentos mirando o longo prazo.

Vamos explorar melhor essas diretrizes ao longo do artigo, mas é importante ter em mente desde já que não existe uma receita única para investir 1 milhão de reais, especialmente em um universo de juros baixos e mudanças tão aceleradas.

O plano de investimento deve ser totalmente individualizado de acordo com as suas necessidades, evitando seguir “tendências”, “dicas quentes” ou recomendações de desconhecidos. 

Preparado para começar?

Investir 1 milhão de reais é suficiente para viver de renda?

Uma das primeiras ideias que vêm à mente dos investidores iniciantes é investir 1 milhão de reais para garantir renda passiva mensal.

No entanto, esse não é mais o mesmo “número mágico” que já foi antigamente nos investimentos. 

Para você ter uma ideia, a inflação acumulada nos últimos 10 anos (julho de 2011 a junho de 2021) foi superior a 73 %. Ou seja: R$ 1 milhão naquela época equivaleria a R$ 1,73 milhão hoje.

Da mesma forma, já foi possível ganhar até R$ 140 mil por ano ou praticamente R$ 12 mil por mês apenas deixando R$ 1 milhão aplicado em renda fixa pós-fixada, quando a Selic estava batendo seus 14% lá em 2016. 

Mas esses tempos de altos ganhos com investimentos conservadores de renda fixa parecem distantes.

Em julho de 2021, por exemplo, a Selic se encontra em 4,25%, com perspectiva de alta, mas ainda em nível muito inferior ao do passado.

Nesse cenário, R$ 1 milhão aplicado em um CDB 100% do CDI rende R$ 3.541,66 ao mês (antes do Imposto de Renda) — um valor muito baixo para quem pensa em conquistar a independência financeira e viver de renda.

Se a mesma quantia for colocada na caderneta de poupança, renderá ainda menos, já que ela paga apenas 70% da Selic (R$ 2.479 por mês).

Com essas informações acima, nem estamos falando de inflação ainda, que deve fechar 2021 acima de 6% no ano.

Na prática, quem deixa dinheiro em um CDB ou qualquer renda fixa pós-fixada em 2021 tende a perder poder de compra em vez de ganhar.

Por isso, se você pretende investir 1 milhão de reais para superar a inflação e obter rendimentos significativos, precisa ir além nas estratégias de investimentos e diversificar sua carteira.

E, antes que você diga por aí que a renda fixa morreu, calma lá: o universo do crédito é vasto, e ainda pode compor muito bem seu portfólio, desde que ele seja estruturado e planejado com critério e eficiência.

Quanto rende investir 1 milhão de reais em 2021

Agora, vamos a um aspecto curioso: quanto renderia 1 milhão de reais se esse valor fosse investido integralmente em uma classe ou tipo de ativo.

Investir 1 milhão de reais em fundos imobiliários

O rendimento mensal dos fundos imobiliários se refere à distribuição dos lucros dos fundos.

Isso significa que há grande variação entre os diferentes fundos, e que aspectos pontuais e crises, como a Covid, podem ter grande impacto na rentabilidade desse investimento.

De qualquer forma, com uma seleção de fundos imobiliários de diferentes tipos, pode-se imaginar um ganho superior a 6% ao ano em rendimentos livres de tributação para pessoa física.

Isso significa 6% ao ano de “aluguéis”, digamos, mas não inclui a possível valorização das cotas.

Nesse caso, investir 1 milhão de reais traria um retorno de 60 mil reais no ano, ou seja, 5 mil reais por mês.

Investir 1 milhão de reais em títulos públicos

Para fazer essa simulação, basta ir ao site do Tesouro Direto e conferir as taxas, vencimentos e tipos de rentabilidade oferecidas pelos títulos públicos.

Também é possível usar o simulador e verificar o retorno exato que você teria com o título escolhido e o valor desejado.

Em 16 de julho de 2021, o Tesouro Prefixado 2024 pagava um rendimento de 8,23% ao ano. Na simulação, que já desconta o IR, de 15%, e taxa da B3, de 0,25% ao ano sobre o valor que excede R$ 10 mil, investir 1 milhão de reais nesse título resultaria R$ 1.212.778,04 no vencimento, em 1 de julho de 2024. Isso equivale a retorno de aproximadamente R$ 70.926 líquidos ao ano e R$ 5.910 ao mês.

Investir 1 milhão de reais na poupança

Considerando uma Selic em 4,25%, a poupança oferece retorno líquido de 2,975% ao ano.

Então, investir 1 milhão de reais na poupança renderia nominalmente 0,247% ao mês, ou seja, R$ 2.470,00.

O problema é que a inflação deve fechar o ano em mais de 6%, ou seja, uma perda de poder de compra de praticamente 3%

E o mesmo se pode dizer de vários investimentos de renda fixa, especialmente para os pós-fixados.

Leia também: onde investir 500 mil reais e onde investir 5 milhões de reais.

Investir 1 milhão de reais em ações de dividendos

Algumas empresas mais sólidas e estáveis, em setores como o bancário, energia elétrica e saneamento, oferecem dividendos que ultrapassam os 5% ao ano.

Nesse caso, investir 1 milhão de reais retornaria R$ 50.000,00 — com isenção de Imposto de Renda (antes da Reforma Tributária, pelo menos).

Em uma conta simples, daria R$ 4.166,00 por mês, mas é bom lembrar que poucas empresas distribuem dividendos mensais.

O ponto positivo é que, além dos dividendos, as boas empresas da bolsa tendem a se valorizar no longo prazo, e essa valorização não está inclusa na conta.

Antes de investir 1 milhão de reais: 6 fatores para a equação

Antes de investir 1 milhão de reais, você precisa levar em conta vários fatores sobre sua vida financeira e perfil de investidor.

Veja o que analisar inicialmente.

1. Perfil de investidor

O primeiro passo para começar a investir é entender qual o seu perfil de investidor.

As corretoras de valores costumam aplicar um teste de suitability para verificar em qual dos perfis abaixo o cliente se enquadra:

  • Conservador: é avesso ao risco e procura preservar o capital, optando por ativos mais seguros como títulos de renda fixa. Sua estratégia é ter ganhos mais modestos em longo prazo para construir patrimônio e se proteger de oscilações econômicas
  • Moderado: busca a melhor relação entre risco e retorno, combinando uma maior parte de ativos de baixo risco (renda fixa) com uma parcela menor de ativos mais arrojados (renda variável)
  • Arrojado: tem o maior apetite de risco e busca de ganhos acima da média, abrindo mão da liquidez, mas também se preocupa em preservar uma parte do capital na renda fixa.

Esse perfil ajuda a adequar sua tolerância ao risco, expectativas de ganhos e objetivos aos produtos financeiros disponíveis no mercado.

De qualquer forma, não se prenda a ele se você deseja investir 1 milhão de reais.

É essencial estudar o mercado e começar a compreender conceitos básicos de investimentos e economia.

Dessa maneira, você vai tomar decisões mais assertivas e buscar orientação profissional mais adequada.

2. Objetivos e prazos

Para investir 1 milhão de reais (e qualquer outro valor, na verdade), você precisa de objetivos bem definidos e prazos em vista.

Primeiro, é preciso traçar metas de curto, médio e longo prazo, de acordo com a sua situação financeira e expectativas. 

Veja alguns exemplos:

  • Objetivos de curto prazo: trocar de carro, fazer uma viagem, comprar bens duráveis, fazer um curso, etc.
  • Objetivos de médio prazo: comprar um imóvel, fazer uma pós-graduação, abrir um negócio, tirar um ano sabático, fazer uma reforma, etc.
  • Objetivos de longo prazo: formar uma reserva para a aposentadoria, pagar a escola e faculdade dos filhos, adquirir mais propriedades, alcançar a independência financeira, etc.

Esses objetivos farão toda a diferença na escolha das aplicações para investir 1 milhão de reais. 

3. Situação financeira

Outro fator importante para considerar antes de investir 1 milhão de reais é a situação financeira.

À primeira vista, quem possui 1 milhão de reais para investir deve ter uma renda compatível com esse valor acumulado, mas é preciso analisar mais a fundo.

Dependendo da renda mensal, fica mais claro o valor dos aportes que o investidor pode realizar ao longo do tempo para aumentar seus ganhos.

Por exemplo, você pode destinar 10%, 20%, 30% ou até mais para os investimentos mensalmente, de acordo com seu padrão de vida — o que já muda o perfil das aplicações. 

Além disso, é fundamental levar em conta quanto tempo o investidor pode deixar o dinheiro aplicado, e se pode precisar fazer retiradas em caso de imprevistos.

Esses prazos vão direcionar a liquidez dos investimentos, que impacta diretamente o risco e a rentabilidade. 

Além disso, é possível que, mesmo com 1 milhão de reais, você tenha algum tipo de dívida, como o financiamento de um imóvel ou carro, por exemplo.

Nesse caso, vale a pena avaliar com cuidado os juros que você está pagando para garantir que esse crédito valha a pena — ou se o melhor caminho será quitar a dívida.

De maneira geral, a dívida custa mais do que você poderá fazer o seu dinheiro render.

4. Momento da vida

O momento da vida também muda completamente o plano para investir 1 milhão de reais. 

Por exemplo, um jovem de 25 que está se estabilizando na carreira pode montar uma carteira com investimentos mais arrojados, pois há muito tempo pela frente para compensar eventuais perdas e ter lucro em longo prazo.

Já um casal que pretende se casar e comprar um imóvel em dois anos precisa se atentar à liquidez dos investimentos para não ficar com o dinheiro “preso” quando for necessário utilizá-lo.

No caso de pessoas mais velhas, convém evitar a alta volatilidade e priorizar, para grande parte do portfólio, a proteção do patrimônio conquistado. 

5. Cenário econômico

É preciso se atentar ao cenário econômico para decidir onde investir 1 milhão de reais.

O ano de 2020, por exemplo, foi marcado pela queda histórica da Selic no Brasil e pela pandemia do coronavírus, que afetou drasticamente as economias do mundo todo.

Ao mesmo tempo, a conjuntura impulsionou o crescimento da bolsa de valores e da renda variável de modo geral, devido à perda de rentabilidade na renda fixa.

Por isso é essencial considerar os rumos da economia do país na hora de aplicar seu dinheiro, analisando indicadores como Taxa Selic, CDI, inflação e PIB.

6. Conhecimento sobre mercado financeiro

O conhecimento sobre o mercado financeiro é imprescindível para aplicar qualquer quantia, e se torna ainda mais importante quando falamos de milhões.

Antes de sair investindo 1 milhão de reais, é preciso entender:

  • As dinâmicas da renda fixa e variável
  • O tripé de análise “liquidez, rentabilidade e risco”
  • Prazos de vencimento e carência de aplicações
  • Diferentes graus de risco 
  • Funcionamento e estratégias dos diferentes produtos financeiros
  • Métodos de análise de investimentos (Ex: análise técnica e fundamentalista de ações)
  • Estratégias de diversificação de portfólio
  • Custos e taxas envolvidos
  • Benchmarks como CDI, Ibovespa e IPCA.

E esse é apenas um resumo, pois existem inúmeros conceitos que permeiam os investimentos e influenciam as decisões de investidores.

Onde investir 1 milhão de reais de forma diversificada

Escolher onde investir 1 milhão de reais exige um planejamento prévio e uma análise aprofundada de todos os fatores acima.

Depois de passar por essa fase inicial, você terá várias opções de ativos e aplicações para distribuir seu dinheiro. 

Veja alguns exemplos de investimentos para aplicar seu 1 milhão de reais.

Ao longo da leitura, lembre-se de que existem profissionais que podem facilitar muito a sua jornada e fazer esse dinheiro render mais com segurança, diversificação e completo alinhamento aos seus objetivos.

Títulos públicos e privados

Como já mencionamos, a renda fixa deve fazer parte de qualquer carteira de investimentos (mesmo as mais arrojadas) para preservar parte do capital, garantir a viabilidade do caixa em curto prazo e até oferecer retornos mais elevados com vencimentos mais distantes, aplicações vinculadas ao IPCA e taxas prefixadas. 

Nessa categoria, temos opções como os títulos públicos do governo federal, negociados por meio do Tesouro Direto, e títulos privados emitidos por bancos e empresas, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA) e debêntures e Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio.

Pensando em investir valores altos, como 1 milhão de reais, vale a pena se atentar aos limites de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre a maioria dos investimentos de renda fixa, como CDBs e LCIs/LCAs. O valor máximo coberto é de R$ 250 mil por CPF por conglomerado financeiro e de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

Com isso em mente, você pode começar aplicando uma reserva de emergência suficiente para cobrir suas despesas por seis meses ou até um ano em investimentos com alta liquidez, como CDBs (BTG, por exemplo, tem CDBs com liquidez diária pagando 104% do CDI) e Tesouro Selic, fundos de Tesouro Selic, LCAs e LCIs com liquidez a partir de três meses e fundos de renda fixa de baixa volatilidade (exemplos: Trópico SF2 Cash FIM e V8 Cash).

Depois, é possível diversificar na renda fixa com emissões bancárias mais longas, debêntures e CRIs/CRAs com várias opções de prazos de vencimento, rentabilidades e graus de risco.

Lembre-se de observar com atenção o tipo de rentabilidade (prefixada ou pós-fixada) e a liquidez dos ativos, pois há títulos com prazos curtos, médios e longos. 

Ações

No mercado de renda variável, as ações negociadas na bolsa de valores são a mola propulsora para compor uma carteira diversificada com potencial de ganhos acima da média.

Obviamente, estamos falando de investimentos com alta volatilidade, que podem ter resultado negativo ou positivo e oscilam para cima e para baixo continuamente.

Por isso, o investidor deve estar preparado para lidar com a montanha-russa na bolsa e aplicar estratégias que mitigam os riscos, como o investimento em longo prazo baseado em papéis de empresas sólidas e de lucros crescentes. 

Uma excelente maneira de começar por aqui é utilizando fundos de ações. Com eles, você investe em empresas por meio de um fundo gerido por uma equipe de profissionais que analisa os melhores retornos potenciais em todo o mercado.

Acredite: o trabalho de “stock picking”, isto é, escolher individualmente cada uma das ações do seu portfólio, não é tarefa fácil. Isso não significa que você não deva tentar, mas que você pode se aproveitar dos melhores gestores do mercado para alcançar resultados melhores do que se tivesse que começar a analisar, de uma hora para outras, fundamentos, balanços, fluxos de caixa, entre outros.

Fundos de investimento

Os fundos de investimento não podem faltar na carteira, porque estão entre as aplicações mais versáteis para investir 1 milhão de reais.

Eles são uma excelente porta de entrada para ações, por exemplo, e permitem acessar as melhores mentes do mercado financeiro.

Basicamente, eles podem ser classificados em fundos de renda fixa, fundos de ações, fundos multimercado e fundos cambiais, conforme os critérios da CVM.

A vantagem é que existem fundos com diferentes graus de risco, alocação em diversas classes de ativos e estratégias para todos os perfis de investidor.

Além disso, é o gestor profissional que se responsabiliza pela gestão da carteira, enquanto o cotista só se preocupa em acompanhar o desempenho.

Para os mais conservadores, os fundos de renda fixa permitem proteger o patrimônio e ter uma rentabilidade moderada sem ter que investir diretamente nos ativos.

Para dar um passo além no risco e retorno, é possível investir em fundos multimercado, que combinam renda fixa e renda variável, e também em fundos imobiliários (FIIs), que geram renda a partir de aluguéis e empreendimentos.

Para os mais arrojados, os fundos de ações e fundos de índice (ETFs) são boas opções para ter maior potencial de ganho sem precisar fazer o chamado “stock picking”.

Então, se você quer investir 1 milhão de reais ou um patrimônio considerável para o longo prazo, é possível criar um portfólio diversificado e vencedor utilizando-se apenas de fundos de investimento.

Dessa forma, você pode diversificar não apenas entre ativos, riscos, vencimentos e localização geográfica, mas também em gestores com estratégias e mentalidades diferentes e complementares.

Para uma boa relação risco x retorno, lembre-se de verificar a volatilidade dos fundos e sua rentabilidade em diferentes cenários, crises e janelas temporais.

Produtos exclusivos para investidores qualificados

Uma das vantagens em investir 1 milhão de reais é poder acessar produtos exclusivos para investidores qualificados. 

Alguns exemplos são os fundos de investimentos voltados ao exterior, fundos de direitos creditórios e alguns tipos de CRIs e CRAs.

Esses investimentos têm grande potencial de rentabilidade, mas também são mais complexos e, por vezes, arriscados.

Por isso, mesmo que você tenha acesso a uma categoria exclusiva de aplicações, é preciso ter cuidado e, se necessário, buscar apoio profissional para investir seu dinheiro de forma inteligente.

E agora, já tem ideia de onde investir 1 milhão de reais?

Aproveite e compartilhe o texto com outros investidores que podem ter as mesmas dúvidas.

16 Thoughts

  1. Final do ano passado alcancei, aos 34 anos e começando do zero, a marca de 1MM em investimento… Sabe o que mudou na minha vida? nada kkk continuo trabalhando que nem um doido, vida sem luxo, carro usado, ap próprio mas nada de 10k o metro quadrado… A minha dica é gaste menos, invista mais… Não vire um refém do $$ e sim, faça ele trabalhar por você.

  2. Faltam 3 anos para minha aposentadoria integral (já sou aposentado pelo inss recebendo 5.800,00 mês e trabalho ainda com boa remuneração que posso viver com ela. Então aplico os 5.800 todo mês). Já tenho minha previdencia privada (que não está rendendo muito) e aplicações em multi mercado e lca.
    A minha perspectiva é fazer 5.000 com retirada mensal desse 1 milhão. A dúvida esse dinheiro pode se acabar em 10 ou 20 anos e não deixarei nenhuma herança para os flihos. Não seria melhor aplicar em imóveis (comprar 3 apartamentos e tentar alugar, não conseguiria tirar os 5.000 mais 3.000 daria para viver sem viajar. Qual o seu conselho.
    Atenciosamente
    Luis sergio

  3. Uma pessoa jurídica para fins não econômicos (sem fins lucrativos) e que não remunera seus dirigentes, dedicada a desenvolver produtos de interesse socioambiental, de ações emergenciais de defesa civil e programas de ajuda humanitária, que dispusesse, por exemplo, de 10 milhões de reais doados por um “ganhador de loterias”, como poderia fazer dessa quantia seu meio de financiamento para custear despesas ordinárias mensais (salários, aluguel, serviços de terceiros, MEI’s, Água, Energia, Internet, etc.) e as aplicações no desenvolvimento de seus produtos, como, a título de exemplo, mini-turbinas eólicas e hidráulicas, botes salva-vidas, modulados para abrigos emergenciais, etc. ??!?

  4. Olá ! Gostaria de investir meu dinheiro mas não faço ideia onde posso aplicar , talvez comprar um imóvel ou investir em ações , deixar render no banco ! Mas eu pesquisei um pouco e acho que comprar imóvel seria uma melhor opção pelo fato da sua valorização e da renda mensal de aluguel , seria melhor comprar 4 de 250 ou 1 de 1 milhão ?

    1. Victor, tudo bem? Eu costumo achar uma melhor opção o investimento em fundos imobiliários quando se trata de renda mensal atrelada ao mercado imobiliário. Mas hoje há varias opções interessantes para o seu perfil. Te enviei um e-mail para seguirmos a conversa por lá 🙂 abraços

  5. Gustavo!
    Estou super precisando de um help pra investir 2 milhões e ter uma renda através desse investimento por um tempo. Não tenho muita experiência com investimentos e já li muita coisa, mas rola uma grande insegurança. Podemos conversar? Obrigada, Carol

  6. Já me aposentei com 4700 pelo Inss continuo trabalhando com minhas economias consegui acumular 1 milhão em LCÀ, a 102% do cai cdi atual 4.15. Resgate de 90dias
    Teria outro investimento melhor, ?tenho 68a casa própria sem dívidas plano saúde 3009 reais eu e a mulher.

  7. Eu tenho 28 anos e tenho minha meta principal de alcançar o primeiro 1MM investido num prazo de 10 anos. Aporte de 3500/mês com uma rentabilidade de 14% a.a mais ou menos. Porem tenhoba seguinte duvida: Caso eu tenho uma outra meta de curto prazo nesse periodo de 10 anos (por exemplo trocar o carro daqui a 3 anos).. como eu faço para organizar meus investimentos sem que a minha meta de curto prazo “prejudique” a minha meta de longo prazo (1MM em 10anos)? Ou não é possível?

    1. Oi, André! Essa taxa de retorno é arrojada e condizente com o investimento em ações e fundos de ações. De qualquer forma, considerando não só essa meta intermediária mas reservas de oportunidade e melhor eficiência da carteira em qualquer prazo, eu provavelmente montaria um portfólio com 30% em renda fixa (reserva de emergência de 6 meses de custo de vida + fundos de crédito privado + fundos de debêntures incentivadas), 30% em multimercados de diferentes tipos (proteções, macro, quant, long & short e descorrelacionados em geral) e 40% em ações (fundos long only e long biased BR e exterior).

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